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Médicos e enfermeiros do Hospital São Sebastião defendem o Protocolo de Manchester

Desde o ano passado, o  Pronto Socorro do Hospital São Sebastião tem funcionado com o sistema “Protocolo de Manchester”, ou “protocolo de cores”, o que tem gerado polêmica por parte dos usuários do hospital, que muitas vezes por falta de informação, questionam a sistemática do protocolo

Na prática, a implantação do Protocolo de Manchester é uma exigência da Secretaria Estadual de Saúde, que condiciona um repasse mensal de cerca de R$40.000,00 ao funcionamento do sistema. Caso o Hospital abandone o protocolo, poderá perder a verba.

Polêmica à parte, estudiosos da saúde pública defendem o protocolo, pois, para eles, atende com mais justiça quem de fato precisa do sistema de urgência e emergência.

A equipe de médicos e enfermeiros do Hospital São Sebastião também defende o protocolo, afirmando que o grande desafio é conscientizar a população sobre a verdadeira finalidade dos serviços de urgência e emergência do pronto socorro do hospital.

Já o prefeito Jorge Lopes disse estar preocupado com as reclamações da população, e que está mantendo conversas com a direção do Hospital Regional na busca de melhorias no funcionamento do protocolo.

Para Jorge Lopes, o Protocolo de Manchester só terá eficácia com o esclarecimento da população e com um efetivo funcionamento dos PSFs do município. O prefeito afirma que tem feito esforços financeiros e administrativos para melhorar a saúde, o que também significa em uma melhor qualidade do pronto socorro do hospital. 

Segundo o prefeito, quando assumiu a prefeitura em janeiro, dos 6 PSFs do município, somente em 3 haviam médicos, e que tal situação já vinha se arrastando assim há muito tempo, e que por essa razão, a população criou o hábito de sempre recorrer ao pronto socorro, por falta de outros recursos médicos. O prefeito ainda afirma que “atualmente Santo Antônio vive um momento de significativa melhora na saúde”, pois aumentou o salário para atrair médicos para os 6 PSFs, com isso a cidade já conta com 7 médicos trabalhando de segunda a sexta

nas 6 unidades. Com a medida Jorge Lopes acredita que em médio prazo vai  conseguir desafogar o pronto socorro, dando mais agilidade no atendimento para quem realmente precisa dos serviços de urgência e emergência e aumentar a satisfação da população.

Uma das ações que estão sendo preparadas pela prefeitura em conjunto com o hospital é o desenvolvimento de uma campanha publicitária, para orientar a população sobre os serviços disponíveis nos PSFs e a finalidade do Protocolo de Manchester.