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Caso de estelionato envolvendo o artista Santos do Ratinho na cidade de Bom Sucesso MG

O que seria um show de humor que estava programado para ser realizado na cidade de Bom Sucesso no domingo, dia 26, se transformou em uma grande confusão e provocou prejuízo em muita gente, tudo porque o show não foi realizado e as pessoas que adquiriram os ingressos não foram informadas do cancelamento.

O show seria com o comediante Santos, integrante do quadro do Programa do Ratinho, no Sistema Brasileiro de Televisão (SBT). O intermediador do show, aquele que negociou com a produção do artista e com empresários de Bom Sucesso, identificado como Márcio, desapareceu com o dinheiro, e também não honrou com o artista. Todos ficaram no prejuízo: quem contratou o show em Bom Sucesso e quem adquiriu os ingressos, além do artista e sua equipe.

Acontece que as vítimas de Bom Sucesso estão insatisfeitas também com a produção do artista, isso porque antes do show em Bom Sucesso, outro show agendado na cidade de Ouro Branco, em Minas Gerais, também foi contratado pelo empresário Márcio que agiu da mesma forma. As vítimas do golpe em Bom Sucesso disseram que se a produção do comediante Santos tivesse avisado antes, o prejuízo seria menor e isso não aconteceu, segundo eles. Eles disseram ainda que a agenda do artista na internet manteve a apresentação em Bom Sucesso até a manhã desta segunda-feira, dia 27, quando foi acrescentada a informação: “show cancelado por descumprimento contratual”.

Além disso, segundo as vítimas em Bom Sucesso, o show naquela cidade estava sendo anunciado na televisão em vídeo gravado pelo artista, mesmo, segundo eles, sabendo que não haveria mais o evento.

Em áudio enviado àquela cidade, o artista se comprometeu em realizar o show mesmo sem o cachê, porém em data ainda a ser agendada, a proposta dele seria que os contratantes de Bom Sucesso pagassem as passagens aéreas de São Paulo para Belo Horizonte e o translado da capital mineira a Bom Sucesso, além de despesas com hospedagem.

O prejuízo causado pelo empresário que fugiu com o dinheiro não se limitou apenas ao artista, aos contratantes e ao público, outros também arcaram com prejuízo, como o proprietário que exploraria a venda de salgados e refrigerantes no bar onde o show seria realizado, ele fez um estoque e encomendas. Também o técnico de iluminação que foi contratado para o evento, além da gráfica que confeccionou ingressos e cartazes.

Fonte e imagem – jornaldelavras.com.br